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Journal Article

Citation

Rossi LM, Marcolino TQ, Speranza M, Cid MFB. Cad. Saude Publica 2019; 35(3): e00125018.

Vernacular Title

Crise e saúde mental na adolescência: a história sob a ótica de quem vive.

Affiliation

Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, Brasil.

Copyright

(Copyright © 2019, Escola Nacional De Saude Publica)

DOI

10.1590/0102-311X00125018

PMID

30864614

Abstract

This study sought to identify adolescents' perception regarding the mental health crises they experienced, as well as their trajectory when seeking care. The participants were five adolescents aged between 16 and 17 years who frequent a Center for Child and Adolescent Psychosocial Care (CAPSij, in Portuguese) who gave interviews following open-ended scripts based on oral history methods. The narratives were recorded, transcribed, rendered into text and analyzed through a thematic analysis.

RESULTS indicate: (a) the crisis experience connected, in particular, with intense feelings of anguish, sadness and worthlessness, suicide ideation and attempt - experienced as an individual problem; (b) relationships with peers and family members triggering crisis processes when permeated by different types of violence; and as emotional and social support when immersed in relationships of trust; (c) the predominant trajectory for accessing care was centered in points of the Psychosocial Care Network and there were no reports of hospital admissions; (d) difficulties in care are centered on treatment adhesion, participation in collective care spaces and resistance to medication. This study is an advancement, presenting the understanding of mental health crisis and factors involved in this experience, through the perspective of the adolescents who experienced it, as well as identifying the paths they followed when searching for treatment and the perceptions that emerged from the experience of care in the services.


Language: pt




Este estudo objetivou identificar a percepção de adolescentes que vivenciaram a crise em saúde mental sobre tal experiência, bem como sobre a trajetória percorrida em busca de cuidados. Participaram cinco adolescentes de 16 e 17 anos, usuários(as) de um Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij), que concederam entrevistas valendo-se de roteiros abertos baseados no método de história oral. As narrativas foram gravadas, transcritas, textualizadas e trabalhadas por meio de análise temática. Os resultados indicaram: (a) a vivência da crise atrelada, principalmente, a sentimentos intensos de angústia, tristeza e desvalia, ideação e tentativa de suicídio - vivenciados como um problema individual; (b) as relações entre pares e familiares desencadeadoras dos processos de crise quando permeadas por diferentes tipos de violência, e como suporte emocional e social, quando imersas em relações de confiança; (c) a trajetória predominante de acesso ao cuidado aconteceu centrada em pontos da Rede de Atenção Psicossocial e não houve relato de internação; (d) as dificuldades no cuidado assentaram-se na adesão ao tratamento, participação em espaços coletivos de cuidado e resistências à medicação. O estudo avança, apresentando a compreensão da crise em saúde mental e dos fatores envolvidos nesta experiência, pela voz dos(das) próprios(as) adolescentes que a vivenciaram, bem como identifica os caminhos trilhados em busca de tratamento e as percepções emergidas da experiência de cuidado nos serviços.


Language: pt


El objetivo de este estudio fue identificar la percepción de adolescentes sobre la experiencia de vivir crisis de salud mental, así como sobre la trayectoria recorrida en búsqueda de cuidados. Participaron cinco adolescentes de 16 y 17 años, usuarios(as) de un Centro de Atención Psicosocial Infantojuvenil (CAPSij), que concedieron entrevistas a partir de guiones abiertos, basados en el método de historia oral. Las narraciones fueron grabadas, transcritas, textualizadas y trabajadas mediante un análisis temático. Los resultados indicaron: (a) la vivencia de la crisis asociada, principalmente, a sentimientos intensos de angustia, tristeza y desprotección, ideación y tentativa de suicidio -vividos como un problema individual; (b) las relaciones entre pares y familiares desencadenantes de procesos de crisis, cuando son permeables a diferentes tipos de violencia; y como apoyo emocional y social, cuando están inmersas en relaciones de confianza; (c) la trayectoria predominante de acceso al cuidado se produjo centrada en puntos de la Red de Atención Psicosocial y no hubo narración de internamiento; (d) las dificultades en el cuidado se asentaron en la adhesión al tratamiento, participación en espacios colectivos de cuidado y resistencias a la medicación. El estudio avanza, presentando la comprensión de la crisis en salud mental y de los factores involucrados en esta experiencia, a través de la voz de los(las) propios(as) adolescentes que la vivieron, así como identifica los caminos recorridos en búsqueda de tratamiento y las percepciones surgidas de la experiencia de cuidado en los servicios.


Language: es

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