
@article{ref1,
title="Morrendo bem equipado",
journal="Medicina (Ribeirão Preto)",
year="2005",
author="Baldessin, Anísio",
volume="38",
number="1",
pages="55-59",
abstract="A morte, principalmente na cultura ocidental, sempre foi encarada com muita resistência. Essa realidade pode ser comprovada no cotidiano onde as crianças são, cada vez mais, afastadas do convívio com a morte. Para fugir desta realidade, a medicina, com o auxílio da alta tecnologia, busca alternativas para afastar o fantasma da morte. A proposta deste artigo é refletir sobre o uso da tecnologia que, ao mesmo em que tempo prolonga a vida, acarreta sofrimentos ao paciente, familiares, profissionais e àqueles que devem arcar com os custos da hospitalização. Neste sentido, o autor do artigo chama atenção dos leitores para o seguinte fato: enquanto se gasta muito tempo e dinheiro tentando evitar a morte física, pouco ou quase nada se faz para evitar os outros tipos de morte que muitas vezes, são piores do que a morte física<p /><p>Language: pt</p>",
language="pt",
issn="0076-6046",
doi="",
url="http://dx.doi.org/"
}