
@article{ref1,
title="Diálise e direito de morrer",
journal="Revista bioetica",
year="2019",
author="Rodrigues, Rodrigo Alexandre da Cunha and Silva, Érica Quinaglia",
volume="27",
number="3",
pages="394-400",
abstract="Resumo A doença renal crônica atinge níveis epidêmicos em praticamente todos os países. No Brasil, mais de 30 mil pessoas por ano precisam de tratamento dialítico, sendo mais comum a hemodiálise. Se, por um lado, a falta de vagas para diálise é o principal problema, por outro, têm crescido os casos de recusa e abandono do tratamento. Este artigo trata justamente dessa questão, a partir de temas como sentidos da vida e da morte, autonomia e terminalidade. Foram identificadas algumas estratégias que podem diminuir ou mesmo evitar a recusa e o abandono do tratamento, como diagnóstico precoce, acompanhamento nefrológico prévio, abordagem multidisciplinar e humanização dos serviços de diálise. Caso a decisão do paciente seja irreversível, o termo de consentimento livre e esclarecido é fundamental. Além disso, a expansão dos comitês de bioética é importante para proteger os profissionais de saúde e os interesses dos pacientes.<p /><p>Language: pt</p>",
language="pt",
issn="1983-8042",
doi="10.1590/1983-80422019273322",
url="http://dx.doi.org/10.1590/1983-80422019273322"
}