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Citation

Gomes K, Amato TC, Bedendo A, dos Santos EL, Noto AR. Cien. Saude Colet. 2019; 24(2): 497-507.

Vernacular Title

Problemas associados ao binge drinking entre estudantes das capitais brasileiras.

Affiliation

Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. R. Botucatu 862, Vila Clementino. 04023-062 São Paulo SP Brasil. taticastroamato@gmail.com.

Copyright

(Copyright © 2019, Associacao Brasileira de Pos-Graduacao em Saude Coletiva)

DOI

10.1590/1413-81232018242.35452016

PMID

30726382

Abstract

The scope of this article is to describe and estimate the odds of problems among adolescents who reported binge drinking compared to those who reported alcohol consumption without binge drinking. The sample included 10,666 fourteen to eighteen-year-old public and private high school students in the 27 Brazilian state capitals who reported alcohol consumption at least once in the 12 months prior to the survey The odds of problems arising were estimated by ordinal logistic regression. Half of the students reported binge drinking and 33.1% admitted to at least one problem as a result. Binge drinking in the year (aOR = 4.7; CI: 3.9-5.7) and month (aOR = 4.4; CI:3.6-5.4) was associated with greater odds of reported problems. The most likely problems were: going to school or work drunk (aOR:6.5; CI:3.6-11.9); having sex without a condom (aOR:5.0; CI:3.7-6.8); and getting into a fight (aOR:4.5; CI:3.2-6.3). Adolescents who go binge drinking are more exposed to alcohol-related problems than those who report lower alcohol consumption. It is suggested that alcohol education/prevention programs should consider the most prevalent problems and risk behaviors, thereby broadening the discussion on consumption of alcohol versus non-consumption of alcohol.


Language: pt



O objetivo deste artigo é descrever e estimar a chance de problemas entre adolescentes que referiram consumo binge drinking comparados aos que referiram ter consumido álcool sem essa característica. Participaram 10.666 estudantes de ensino médio de escolas públicas e privadas das 27 capitais brasileiras (14 a 18 anos) que declararam uso de álcool ao menos uma vez nos 12 meses anteriores à pesquisa. A chance de ocorrerem problemas devido ao consumo foi estimada por regressão logística ordinal. Metade dos estudantes relatou binge drinking e 33,1% relatou ter vivido pelo menos um problema em decorrência do seu uso. O binge drinking no ano (aOR = 4,7; IC:3,9-5,7) e mês (aOR = 4,4; IC: 3,6-5,4) foi associado à maior chance de relato de problemas. Os problemas com maior chance de ocorrer foram: ir para a escola ou trabalho embriagado (aOR = 6,5; IC:3,6-11,9); prática de relação sexual sem preservativo (aOR = 5,0; IC:3,7-6,8); e entrar em brigas (aOR = 4,5; IC:3,2-6,3). Adolescentes que praticam binge drinking estão mais expostos a problemas decorrentes de seu consumo do que aqueles que beberam em menor quantidade. Sugere-se que programas preventivos sobre álcool considerem os problemas mais prevalentes e padrões de uso mais arriscados, ampliando a dicotomia consumo versus não consumo.


Language: pt

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